segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Comentários de expectadores!

Tony Duarte
Ontem fui ver a peça "Dona Menina, Cadê seu riso?" no espaço cultural Casimiro de Abreu, foi uma aula para mim que sou estudante de teatro. O texto é muito bom, cenário e figurino me surpreenderam. Recomendo para todos que estudam teatro e para os que não estudam tambem.
 
 

sábado, 28 de maio de 2011

ULTIMAS APRESENTAÇÕES!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sessões da Saudade!







Queremos reunir pessoas que fizeram parte de nossa história. Colegas antigos de escola, faculdade, trabalho, ex-alunos e amigos que não vemos há tempos. Venha participar desses dois dias de reencontro!


SERVIÇO:

"Dona Menina, cadê seu riso?", espetáculo da Cia Lírica de Teatro

Texto e direção: Varlei Xavier

Dias 21 e 22 de Maio de 2011

Sábado às 20:00, domingo às 19:00

Ingresso: R$20,00 (inteira) R$10,00 (aqueles que informarem de onde me conhecem e que vieram para a Sessão da Saudade PAGAM MEIA)

Classificação etária: Livre


AQUELES QUE JÁ VIERAM ASSISTIR AO ESPETÁCULO E QUISEREM REVER OS AMIGOS, NÃO PAGAM INGRESSSO!

Retransmitam para os amigos que me conhecem!
Abraços Saudosos!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Balanço da Temporada de "Dona Menina"

Temporada de "Dona Menina, cadê seu riso?", motivos de risos nossos.

                 Foram 5 semanas, 10 apresentações; amigos queridos, parentes, gente de teatro, gente que gosta de teatro,  livro, cd, boneca, muitos aplausos e muita felicidade. A Cia Lírica de Teatro, em seu primeiro espetáculo de longa duração, fecha seu primeiro mês de temporada com muitos motivos para comemorar.
                Durante os dias em que ficou em cartaz, a Cia conseguiu superar em muito a média de público do Espaço Cultural Casimiro de Abreu no ano de sua inauguração, 2010. Tivemos em média 65 pessoas por final de semana, o que para um espaço do porte do nosso é uma quantidade considerável, haja vista os recursos de que dispomos para divulgação.
                A resposta do público também foi excelente. Durante o espetáculo podemos perceber o envolvimento dos expectadores, com seus sorrisos e lágrimas, aplausos sinceros e comentários emocionais ou criteriosos, sempre generosos, mesmo quando apontavam elementos do espetáculo que, aos seus olhos, poderiam ser melhores. Ouvimos todos, conversamos muito a respeito, e algumas mudanças no espetáculo já podem ser conferidas.
                Sentimos também que nosso trabalho ainda tem muito para crescer e evoluir. Nossa vontade de realizar um trabalho cada vez melhor é grande e profunda. Muito esforço está sendo feito a fim de melhorar o que já temos e conquistar o que não temos. Ansiamos conhecer outros campos, pisar em outros solos e é claro, retomar nossas apresentações em nosso espaço, útero sagrado de nosso espetáculo, filho que tanto amamos.
                Após 7 meses de muita pesquisa, muito estudo, muito ensaio e depois de 5 semanas de apresentações, que nos renderam sorrisos e mais sorrisos, damos uma pequena pausa para recarga de baterias e voltamos em Maio, mês de comemoração de 1 ano de nossa casa, para apresentações em nosso espaço e para o início de circulação do espetáculo por outras praças. Cubatão é nosso primeiro destino, nos dias 14 e 15 de Maio, onde faremos duas apresentações no Teatro do Kaos.
                Se você assistiu "Dona Menina", ajudou-nos a divulgar, contribuiu com seus comentários, sorrisos e abraços, fica aqui nosso mais sincero agradecimento e o desejo de tê-lo sempre conosco nesta jornada. Se ainda não veio nos assistir, oportunidades não faltarão. Fica aqui nosso convite para outras jornadas de "Dona Menina", quando então esperamos contar com sua presença.
                "Fé no que virá!"
Varlei Xavier 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Análise de FÁBIO FREITAS - Sorriso e reflexão

“Dona Menina...” – Sorriso e Reflexão
Por Fábio Freitas

“Dona Menina, cadê seu riso?” de Varlei Xavier, nos leva até um mundo de pensamentos e intuições que nos fazem refletir sobre nós mesmos, nossa postura diante do mundo e o quanto temos de responsabilidade para com ele, mesmo que inconscientemente quando oferecemos um sorriso, quando olhamos o lado bonito da vida ou mesmo quando nos alienamos diante das coisas negativas pois ninguém é apenas mais um grão de areia.

Somos levados através da peça até um mundo novo, lírico, que de início nos soa belo, porém infantil e podemos até pensar: “Que bonito! Mas é uma obra voltada para crianças!” O que no decorrer da encenação percebemos estar enganados pois positivamente “Dona Menina...” consegue atingir a todos os públicos, alertando aos mais atentos e talvez mais maduros sobre algo a mais e que muitas vezes carregamos dentro de nós pois é sem dúvida uma boa cartada quando vemos que a personagem título constata: “Também tive um pouco de culpa!” após ter seu belo sorriso roubado pela inveja de Zilá. O que a torna mais humana, desperta, forte.

E temos diante de nós através da divertida narrativa do cão Pandolfo, companheiro inseparável de Dona Menina, uma série de surpresas reveladas através do jogo de luz e sombras, sons, efeitos criativamente simples e uma simbologia sutil e delicada mesmo através da personagem Zilá, vilã da peça, culpada pelos sofrimentos da heroína.

Quem já conhece o trabalho da Cia. Lírica de Teatro certamente se alegra ao testemunhar a crescente evolução de uma equipe que já era boa e consegue se reinventar e surpreender a cada montagem. “Dona Menina, cadê seu riso?” certamente merece ser visto com atenção para os menores detalhes seja nas articulações de Pandolfo (Tatty Ramalho), seja no balançar incessante de Aurora (Joelma Xavier), a mudança desafiadora de Dona Menina (Roberta Conde) ou nas múltiplas faces de Zilá (Carol Tello) com sua voz gutural.

Um belo melodrama completado pela técnica e canto ao vivo onde todos os envolvidos mais uma vez se superam e estão novamente de parabéns.

Fábio Freitas (Ator e membro do grupo Refinaria Teatral)
27/03/2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Análise - A Metafísica de "Dona Menina"

Agora que o espetáculo estreou, postarei aqui visões, interpretações, análises e críticas do espetáculo. Qualquer um pode ter seu texto publicado aqui. Basta ter lido o livro, assistido ao espetáculo ou ouvido o CD com a trilha  sonora. 

O primeiro texto é uma interpretação do texto à luz da metafísica, cheio de poesia, como nós, os líricos, gostamos de ver. Vale a pena conferir.

E se você também tem uma interpretação do texto, uma análise do espetáculo, uma crítica ou um desenho, entre em contato conosco, que publicaremos com todo prazer. 



A metafísica de "Dona Menina"

Por Sônia Alvarez

Nasci Catarina, mas Catarina haverei de me recriar; mais que pura, purificada pela consciência de onde vim, onde estou e para onde vou.

Zilá, contraparte do que sou, como Osiris e Seth, as trevas que fizeram a minha luz. A dor que me permite identificar o sorriso. Zilá, mestre do que sou, geradora da dor para a consciência.

Meu corpo, veículo de minha alma, meu cárcere, meu barco. Humildade, húmus, barro, substância que sou da própria terra, filha do ventre da mãe que me acolhe, partilha e conduz nesta evolução. É resistência, é ordem e perseverança.

Minha mente, estrutura aérea, como um espelho, acumula pó da mesma forma que reflete, somente o vento furioso pode decantar a vaidade de meu pensar, a ilusão que me gerava o medo. Só na brisa suave da sabedoria da alma pude encontrar a bonança. Ar é inteligência, que decantada pode levar ao discernimento e sabedoria.

Minhas emoções que me conectam com tudo e todos, substância sem forma que passa dentre tudo. Elemento de purificação kármica que me re-integra à fonte primodrial, me reunifica, gerando bondade. O livre fluir da vida, onde o que foi repousa na instância do vir-a-ser.

Minha intuição, minha alegria mais profunda, minha vontade que irradia do centro do meu ser, dádiva de Prometeu que me permite buscar a Lei, permete me recriar a cada dia.

Aurora, consciência inteiros da minha ciclicidade, de meu amanhecer, da dualidade de vida-morte-vida que me habita. Da potencialidade da morte gerando vida, do entendimento da polaridade que tudo encarna e a possibilita de transmutá-la. 



Sônia Stefanato Alvarez


Médica pediatra, com atuação na infância e adolescência. Possui formação em medicina funcional e oligoterapia, formação em biopsicologia e ayurvédica.

Estudiosa de filosofia clássica, investiga sua conexão à ciência contemporânea.

"Voar..."

Ao som de Tiê. Passarinho.
Música que muito inspirou nosso processo. Nosso início.

"COMO É BOM VOAR..."
Desde o querer inicial, nós voamos. Voamos alto...
Percebemos que podíamos subir no pico de uma montanha e nos jogar sem medo.

Cada frio na barriga foi deliciada, aproveitada.
Como aprendemos!
Percebemos que não é fácil,
mas que,
com PACIÊNCIA
CORAGEM
e PAIXÃO,
podemos MUITO!

Fé no que virá, Líricos!

E vamos cada vez mais, VOAR!
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